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13 de fevereiro de 2026 14:01

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Sarah e Paul detalham à CNN papéis de John Kennedy Jr. e Carolyn Bessette

Os atores Sarah Pidgeon, 29, e Paul Anthony Kelly, 37, em uma das histórias de amor mais observadas — e, ao mesmo tempo, mais enigmáticas — que permeia a cultura pop. Os dois são John Kennedy Jr., filho do ex-presidente dos Estados Unidos de mesmo nome, e Carolyn Bessette Kennedy, que foi publicitária na Clavin Klein, na série de Ryan Murphy inspirada no romance dos dois, “Love Story”.

Os atores apostaram em uma construção conjunta, baseada em confiança, parceria e na força do que muitas vezes não é dito. “Só iria funcionar se trabalhássemos juntos”, resumiu Sarah, ao relembrar a conexão imediata com o colega de cena e a entrega mútua desde os testes de química até o primeiro dia de gravação.

Em entrevista à CNN, os atores revelaram como construíram a química dentro e fora do set, o peso de interpretar figuras reais tão icônicas, além de refletirem sobre o amor e a intimidade que moldaram a narrativa que continua a fascinar o público.

Paul, que encara um de seus primeiros grandes papéis ao interpretar JFK Jr., disse que o foco absoluto no trabalho foi essencial para afastar o peso de viver uma figura “tão amada e lendária”: “Não havia tempo para pensar em pressões externas. Nós simplesmente contamos a história”.

A série está disponível no serviço de streaming Disney+.

Confira!

Sarah e Paul detalham papéis de John Kennedy Jr. e Carolyn Bessette

CNN: a química é central para o relacionamento deles. Há muita paixão, mas também muito conflito entre John e Carolyn. Como vocês trabalharam juntos fora das câmeras para construir essa dinâmica?

Sarah: “Acho que a gente estava justamente falando sobre isso, eu tive, imediatamente, um carinho muito grande pelo Paul. E acho que houve um reconhecimento de que estávamos nisso juntos, de que só iria funcionar se trabalhássemos em conjunto. Isso foi verdade desde o teste de química que fizemos até, sabe, o primeiro dia em que entramos no set juntos.”

“E havia tanta nuance e tanto detalhe na escrita que isso nos deu um ponto de partida maravilhoso para encontrar todas essas camadas — tanto nas palavras quanto na comunicação não verbal entre eles.”

“Há muitos olhares, e acho que John e Carolyn realmente se enxergavam de maneiras que ninguém tinha visto antes, como seus verdadeiros ‘eus’. E acho que, para mim Sarah, poder confiar no Paul não só como parceiro de cena, mas como amigo… ele também estava testemunhando essa nova experiência que eu estava vivendo na minha vida, e vice-versa. Acho que tudo isso acabou se misturando, e talvez seja por isso que funcione.”

Paul: “Eu concordo completamente. Quando começamos esse projeto, nós dois tínhamos esse apoio mútuo, sabendo que só funcionaria se nós dois nos entregássemos juntos, um pelo outro, e se nos apoiássemos. Quero dizer, há muito conflito, muito amor, e poder fazer essas cenas pesadas e, assim que alguém gritava ‘corta’, a gente batia na mão um do outro e perguntava: ‘E aí, o que vamos jantar?’. Somos amigos. É bom poder simplesmente ir lá, brincar, viver nesses mundos diferentes e depois voltar, revisar tudo como amigos e apoiar um ao outro. Foi uma experiência realmente incrível.”

CNN: Paul, este é o seu primeiro grande papel, e você está interpretando uma figura pública tão importante. Quanta pressão você sentiu e como conseguiu manter o foco na atuação?

Paul: “Nenhuma pressão, na verdade. Quer dizer, existe um pouco de pressão em interpretar uma versão do John F. Kennedy Jr., porque ele é uma figura tão lendária e amada. Mas eu não deixei isso tomar conta. Eu não tinha tempo para isso.”

“Com a agenda de trabalho, os roteiros eram tão detalhados, e nós estávamos completamente imersos na experiência o tempo todo. Não havia tempo para pensar em pressões externas ou expectativas. Nós simplesmente contamos a história da forma como a conhecíamos.”

CNN: Sarah, o silêncio de Carolyn comunica muita coisa. Como você abordou isso como atriz e quão desafiador foi a performance dela para você?

Sarah: “Acho que o fato de Carolyn nunca ter falado oficialmente sobre a própria vida tornou tudo mais desafiador, no sentido de que não havia uma entrevista longa para eu basear a voz, o ritmo da fala, ou realmente provas em vídeo de como ela se portava e se conduzia. Foi tudo muito baseado no que eu chamo de história oral: coisas que amigos diziam sobre ela, entrevistas que eles deram, e livros que li durante minha pesquisa. Foi isso que usei para interpretá-la.”

“E, sim, o silêncio dela diz muito. Acho que o fato de ela nunca ter falado — tirando alguns poucos comentários à imprensa, como aquela vez em que perguntaram algo ao JFK e ela disse algo como ‘Vocês deveriam estar me fazendo essa pergunta’ — mostra imediatamente como ela era engraçada. Mas ela nunca se sentou para dar a sua versão da história, para se ‘produzir’ como Carolyn Bessette Kennedy, a nova esposa de JFK Jr. Então, acho que o silêncio dela demonstra muita força e firmeza. Mostra o quanto ela se conhecia bem, a ponto de não precisar se justificar ou esclarecer nada para que os outros entendessem quem ela acreditava ser. E acho que exploramos um pouco disso na série.”

CNN: O retrato do amor é ponto chave na série, na minha opinião. O que vocês dois aprenderam sobre o amor com esta produção e o que esperam que o público leve consigo da história?

Paul: “Essa é uma boa pergunta. O que eu aprendi sobre o amor? Acho que é algo universal. É algo que todo mundo busca — afinal, esse é o sentido de viver, não é? Amar e ser amado. E eram duas pessoas muito amadas que, individualmente, eram muito fortes, mas juntas eram imparáveis. Eles eram carismáticos, e acho que as pessoas se sentem atraídas por isso.

Sarah: “Sim. Já vimos muitas histórias de amor e romances, e o fato de esta ser baseada em uma história real mostra que o amor pode, sim, ser imenso, que é possível viver um grande amor. E eu também senti um grande amor no set.”

“Eu realmente me apaixonei por todas as pessoas com quem estávamos trabalhando, vendo como todo mundo se envolveu com a paixão do projeto e se comprometeu com ele. Um set de filmagem é algo muito estranho, porque você passa todos os dias da sua vida, durante cinco meses, vivendo aquilo, e de repente acaba. E isso dá uma sensação de coração partido.”

“E acho que o que espero que as pessoas levem da série é, especialmente em relação à Carolyn, conhecer mais sobre a história dela antes de entrar na vida do John, o que contextualiza muito mais o relacionamento. Ela ainda funciona um pouco como um mistério no imaginário cultural, porque era muito reservada, e espero que a minha interpretação a torne um pouco mais próxima e familiar para o público.”

Assista ao trailer de “Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette”

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