27/02/2026

27 de fevereiro de 2026 13:06

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Rock in Rio 2026 terá Alok e segunda atração de K-pop; saiba qual

O Rock in Rio anunciou, na noite de quinta-feira (26), duas novas atrações para o line-up da edição deste ano. No dia 11 de setembro, o festival terá o brasileiro Alok e a cantora de K-pop Hwasa no Palco Mundo.

O DJ trará para o principal festival de música do Brasil o projeto “Keep Art Human”, que propõe uma experiência audiovisual imersiva e combina arte, tecnologia e o papel do ser humano. A promessa é de que ele leve 1.500 drones sincronizados para o evento.

A sul-coreana, por sua vez, é a segunda atração de K-pop a ser anunciada pelo Rock in Rio em toda a história. O Stray Kids, headliner do dia 11 de setembro, já havia sido anunciado e abriu as portas para o gênero no festival.

Mais cedo, o Rock in Rio já havia anunciado o Foo Fighters como primeira atração de 4 de setembro, que promete ser um dia do rock adicional. O primeiro anunciado havia sido o dia 5 de setembro, que terá Avenged Sevenfold e Bring Me The Horizon.

O que é o manifesto “Keep Art Human”?

“Keep Art Human” (do inglês, mantenha a arte humana) está em consonância com conceito apresentado pelo goiano nos shows que ele fez na última edição do Coachella. Alok levou para o palco dançarinos treinados pela Urban Theory que substituíram os telões e criaram um painel interativo humano.

“Teve gente que assistindo ainda achava que era IA, ou alguma computação gráfica. Quando a gente prova que é capaz de fazer uma coisa ainda mais legal que a IA, a gente pode vir com esse manifesto. Como eu sempre uso tecnologia na minha carreira, eu tenho propriedade para falar disso”, afirmou o artista em coletiva de imprensa.

No manifesto, Alok explica que a IA deve ser vista como uma aliada dos artistas, e não em substituição de seu talento. Ele também quer chamar atenção para os limites regulatórios e a segurança em torno desse tipo de tecnologia.

“Para você fazer arte, precisa de alma. Não trata a tecnologia como inimiga, mas como aliada. É um momento de resistência, de se posicionar, nós, artistas, temos que fazer a manutenção da cultura. Não tem debates sobre segurança da IA. Nem quem inventou sabe as consequências, quando começa a atingir a minha área, minha cultura, tenho que me posicionar, tentar integrar e não tirar nosso lugar. Como sempre uso tecnologia a favor na minha carreira, tenho propriedade para falar. Os drones, por exemplo, são todos programados, a criação é guiada por humanos”, ponderou.

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