Foto: Frederico Brasil/Futura Press
A possibilidade de uma paralisação de caminhoneiros volta a ganhar força no Brasil em meio à alta do diesel e ao aumento dos custos do transporte rodoviário. Em diferentes regiões, motoristas autônomos e empregados discutem a adesão a um movimento nacional, caso não haja medidas para aliviar as despesas da categoria.
A mobilização tem sido debatida em reuniões e assembleias, com lideranças apontando que o cenário atual compromete a viabilidade da atividade. O encarecimento do combustível é um dos principais fatores de pressão e já impacta diretamente o valor do frete e a renda dos profissionais.
O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, afirmou que a decisão vem sendo construída coletivamente e reflete a dificuldade crescente enfrentada pelos caminhoneiros. “Fizemos assembleia no Porto de Santos com a categoria. A maioria deliberou que, se não parar agora, vamos cruzar os braços. A conta não fecha”, disse.
A insatisfação, segundo representantes do setor, é generalizada e ocorre em meio à escalada recente do preço do diesel, que tem pressionado fortemente a categoria . Diante do cenário, caminhoneiros cobram medidas urgentes para reduzir os custos e garantir condições mínimas para manter a atividade em funcionamento.
