Renate Reinsve sorri ao contar que prometeu a si mesma rodar “apenas’’ dois filmes por ano. O advérbio restritivo faz sentido quando se trata da carreira da atriz que se tornou o “rosto” do cinema norueguês após levar o prêmio de interpretação feminina de Cannes por “A pior pessoa do mundo” (2021). Como ela não para de receber convites e, muitas vezes, não consegue resistir às “tentações”, cumprir a tal promessa tem sido um desafio.
