22/04/2026

22 de abril de 2026 17:21

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Corinthians faz nova proposta para quitar dívidas com credores

O Corinthians apresentou uma nova proposta de pagamento para quitar suas dívidas por meio de um Regime de Centralização de Execuções (RCE).

Após determinação judicial, o clube precisou adaptar seu plano para pagar os credores, com dívidas que estavam, segundo informações iniciais apresentadas pelo clube, em torno de R$ 367 milhões. O administrador responsável pelo RCE validou R$ 190 milhões.

Na nova proposta, o Corinthians fala em pagamentos progressivos e priorizando o que chama de “credores parceiros”. No primeiro ano da homologação do acordo, o clube destinaria 4% de suas receitas aos credores. O percentual aumentaria para 5% no segundo ano e 6% no terceiro ano.

O Corinthians alega que não consegue destinar mais que isso. Se destinasse 20%, por exemplo, resultaria em uma “superlocação despropocional de recursos” e “consequente prejuízo ao clube e aos credores”.

A forma de pagamento seria dividida em 35% aos chamados “credores parceiros”, 25% aos preferenciais e 40% aos que não se enquadrarem em nenhuma dessas duas condições.

São considerados “credores parceiros” aqueles que mantiverem a prestação de serviços e/ou fornecimento ao Corinthians após o pedido do Regime Centralizado de Execuções, em condições normais de mercado.

Já os preferenciais são os idosos, pessoas com doenças graves, gestantes, vítimas de acidente de trabalho na relação com o clube ou com créditos inferiores a 60 salários mínimos.

Estão excluídas dessas receitas aquelas obtidas por meio de venda de direitos econômicos de jogadores. Essas seriam alocadas por meio de leilões reversos, pelo prazo de dois anos a contar da homologação do plano, com deságio mínimo de 30%.

Os percentuais de receita proveniente de venda de direitos econômicos de atletas seriam de 5% no primeiro ano de pagamentos, 6,5% no segundo ano e 8% no terceiro.

Na proposta feita pelo Corinthians, o início dos pagamentos seria em 45 dias após a publicação da decisão que homologar o plano.

Dessa forma, o clube se compromete a quitar 60% das dívidas em até 6 anos, e os outros 40% nos quatro anos seguintes, de modo a completar 10 anos.

O objetivo do Corinthians com o plano é evitar novos bloqueios judiciais, que vinham acontecendo com frequência.

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