01/05/2026

1 de maio de 2026 00:37

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Estudantes fazem protesto e cobram segurança no campus da UFMT | RDNEWS


Os estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio dos Centros Acadêmicos de História e Geografia e do Diretório Acadêmico de Comunicação Social (DACOS), organizaram uma manifestação para cobrar segurança no campus. O ato aconteceu na noite de quarta-feira (30).

Os universitários empunhavam cartazes com pedidos de respostas sobre três ocorrências policiais –  homicídio, agressão e importunação sexual – dentro do campus, registradas apenas na última semana, bem como cobrava por segurança das mulheres dentro da universidade. 

Reprodução/DACOS UFMT

Em seu perfil nas redes sociais, o DACOS comunicou o ato e relatou preocupação com os episódio que aconteceram nos últimos dias. “Não é um caso isolado. Somam-se a este episódio [a agressão sofrida por uma estudante do curso de Comunicação Social] a descoberta de um corpo no campus, denúncias de perseguição e assédio e total ausência de medidas eficazes por parte da administração universitária. Estamos com medo”, publicou. 

Entre os cartazes levados pelos estudantes estavam frases como: “Quem matou Solange?”, “Até quando seremos vitimadas?”, “Quem se sente segura no campus?”, “Viemos pelo diploma e não por um BO!”. 

Em entrevista ao , a estudante de Jornalismo e Coordenadora Geral do DACOS, Iasmim Sousa, esclareceu que o objetivo foi entender o que será feito a partir de agora para garantir que situações de violência como essas não se repitam mais.

“A nossa cidade, o nosso estado, são lugares inseguros para as mulheres, especialmente. E o que a gente quer sabe é: quais as medidas implementadas para que, de fato, a gente tenha um ambiente menos hostil para a comunidade acadêmica, professores, técnicos  e discentes”, declarou.

Na manhã desta quinta-feira (31), o DACOS e outros Centros Acadêmicos de Ciências Sociais da UFMT se reuniram com a reitoria da universidade para discutir políticas públicas que garantam a segurança no campus, porque, como também explica Iasmim, atualmente, não existe um protocolo efetivo de segurança para ser seguido. Na tarde desta quinta, a UFMT se pronunciará sobre os casos recorrentes em coletiva à imprensa.





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