Os avanços existem e não podem ser ignorados por conta de um revés em circunstâncias tão específicas.
O ponto central, no entanto, é simbólico.
O Brasil terminou a competição em 5º lugar, classificado diretamente sob as novas regras, mas que, nos moldes anteriores, teria significado repescagem.
Essa estatística reforça a necessidade de evolução: camisa pesada não garante mais tranquilidade nas Eliminatórias, e os adversários sul-americanos provaram novamente ser capazes de explorar as fragilidades da seleção.
O saldo é claro: trabalho consistente, mas ainda em construção.
O último jogo, entretanto, deixa uma lembrança amarga que serve de alerta para 2026.
