Foi um gol legal de Acosta, abrindo o placar para o Fluminense na visita ao Mirassol, mas Rodrigo José Pereira de Lima, de Pernambuco, que nada viu de irregular no lance, que viu de perto, cedeu aos “encantos” do VAR.
Na arbitragem de vídeo, Caio Max Augusto Vieira, de Goiás, convidou o apitador para a cabine de vídeo onde foi convencido a marcar uma infração inexistente. Danielzinho se desequilibrou e Canobbio ficou com a bola.
Na sequência sairia o gol tricolor. Seria um erro caso o árbitro de campo assinalasse falta na hora, mas ao menos aceitável, como interpretação. Contudo, o que se passou foi, de novo, um terrível mal que atinge o futebol brasileiro.
