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14 de janeiro de 2026 18:35

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Taffarel conta bastidores de como é o conviver com Ancelotti no Brasil e diz: ‘Queria vir trabalhar na melhor seleção do mundo’

Treinador de goleiros da seleção brasileira e tetracampeão do mundo em 1994, Taffarel concedeu entrevista exclusiva à ESPN, em meio aos amistosos na Europa. E antes do duelo contra a Tunísia, nesta terça-feira (18), em Lille, o lendário arqueiro abriu o coração ao falar de sua relação com o técnico Carlo Ancelotti.

Apesar do pouco tempo de trabalho do italiano no cargo, antes ocupado por Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior neste ciclo atual, Taffarel já tem a impressão de que Carletto é “muito especial”.

Anteriormente, a única relação entre o ex-goleiro e Ancelotti foi na Itália, nos anos 90, quando Taffarel defendeu as cores do Parma e da Reggiana. Já o italiano, estava no fim de carreira, no poderoso Milan.

“O Ancelotti é de Parma, treinou o Parma, a Reggiana. Jogamos contra, na época do Milan, e eu não tinha relação com ele. Meus amigos lá de Parma que eram amigos dele perguntavam por que eu não trabalhava com o Ancelotti, e eu falava que nem o conhecia direito, só de ver jogar (risos)”, disse.

“Mas ele veio aqui para a seleção, para você ver como é o destino”, prosseguiu.

“Ele mostrou ser um cara – como todo mundo falava – muito especial, muito legal. O Ancelotti é isso que está mostrando para nós no dia a dia. Um cara simples, muito vencedor, com um trabalho ótimo em todos os clubes que passou. E o mais importante é sentir essa alegria que ele está no comando da seleção.”

Para Taffarel, a seleção também já está mostrando uma evolução sob o comando de Ancelotti e que vê o italiano feliz em poder contribuir diretamente neste ciclo de Copa do Mundo – e convicto do desafio que aceitou após os anos vitoriosos no Real Madrid.

“Não é que veio por outros motivos, ele veio porque queria trabalhar com a melhor seleção do mundo, e está trabalhando. Estamos melhorando, saímos de um momento difícil, mas isso é um processo. Está feliz em fazer parte desse processo para a Copa do Mundo”, finalizou.

Contra a Tunísia, o italiano vai para o seu oitavo jogo à frente do Brasil. Até aqui, Ancelotti somou quatro vitórias, um empate e duas derrotas. Durante o período, ainda confirmou a vaga à fase de grupos da Copa de 2026.

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