Por muitos anos o futebol brasileiro foi caracterizado por fórmulas de disputa das mais estranhas. O campeonato nacional, por exemplo, nunca repetiu seu regulamento entre 1971, quando criado, e 2002, último ano antes da adoção dos pontos corridos.
Esses tempos ficaram para trás por aqui, mas na Argentina ainda se vive a Era de tais bizarrices. Tudo capitaneado por Claudio “Chiqui” Fabián Tapia, de 58 anos, o controverso presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), a CBF de lá.
Ele foi presidente do minúsculo Barracas Central, que atingiu a inchadíssima primeira divisão (tem 30 participantes) e rapidamente tornou-se um time mais competitivo. Seu estádio, por sinal, é pequeno, mas todo reformado.
