A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que a Comissão Processante aberta pela Câmara Municipal foi instaurada sem que os denunciantes solicitassem qualquer informação prévia à Prefeitura. Segundo ela, antes de abrir um processo dessa gravidade, os vereadores poderiam ter buscado documentos e esclarecimentos diretamente com o Executivo.
Flávia disse que os nomes dos autores da denúncia constam no processo, mas que não se prendeu a isso porque o principal problema, em sua avaliação, é o rito adotado. A prefeita reiterou que, se tivesse sido oficiada ou procurada, teria apresentado toda a documentação necessária e sua defesa preliminar.
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Ela criticou a escolha pela abertura imediata da CP e afirmou que a condução do caso reforça o caráter político da iniciativa, especialmente por parte do presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira (MDB).
“Eles não pediram nenhuma informação pra mim. Se tivessem solicitado, eu teria apresentado documentos e minha defesa. Optaram direto pela Comissão Processante. A questão não é quem denunciou, mas a forma como foi aberta, e por isso eu vinculo a um posicionamento político do presidente da Casa Legislativa.”
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