Mas Giorgio não gostava de coisas convencionais e ainda convenceu seus três filhos a irem junto naquela viagem.
Então, em vez de um “carro flutuante”, ele montou dois, já que seriam quatro pessoas.
Só que, na última hora, Giorgio descobriu que estava com câncer e teve que desistir da jornada. Mas um de seus filhos, Marco Amoretti, não.
Na companhia de um amigo, Marcolino de Candia, Amoretti partiu com os dois veículos — um Ford Taurus e um Passat, ambos comprados como pura carcaça no ferro-velho — das Ilhas Canárias, em maio de 2000, e 119 dias depois, os dois chegaram à ilha de Martinica, no Caribe, completando uma das mais extraordinárias – para não dizer esquisitas — travessias oceânicas já realizadas.
Ao desembarcar na ilha, Amoretti correu para um telefone, a fim de contar ao pai que havia completado a jornada.
Foi quando ele ficou sabendo que Giorgio havia morrido dias antes, por causa do câncer, sem saber que sua maluquice havia dado certo — clique aqui para ler esta formidável história, ou assistir a um vídeo recém-lançado sobre ela.