Vários jogadores da seleção do “Tio Sam” de 1994, que ficaram conhecidos, deveriam fazer parte desse sorteio. O goleiro Tony Meola, os zagueiros Marcelo Balboa e Alexis Lalas, Tab Ramos, por exemplo.
Fora a “mini novela” péssima, na qual Gianni Infantino é o ator principal conversando com Rio Ferdinand e com o ator Matthew McConaughey. Tudo isso para chegar ao que realmente interessava para todos que estavam lá, menos para o pop star presidente da Fifa.
Vamos ao grupo do Brasil, porque com 48 seleções, se formou tantos grupos que esse espaço seria pequeno para ficar falando de todos. Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia.
Acho um grupo bem tranquilo, com a seleção do Marrocos sendo a mais complicada, afinal de contas, em 2022 foi semifinalista e terminou a Copa em 4º lugar. Tem um ótimo treinador e um bom time, baseado na velocidade e nos toques rápidos.
A Escócia endurece os jogos pelo estilo duro de marcar, usa muito o corpo a corpo, mas quando pega uma equipe técnica que consegue tocar a bola rápido, entra na roda, como foi na Copa de 1982, quando o Brasil fez 4 x 1, com golaços de Oscar, Zico, Falcão e Éder.
Agora, o Haiti não existe para o futebol; só conseguiu a classificação pelo aumento político de seleções na Copa do Mundo. Diferentemente do que pensam, o Haiti já disputou uma Copa e foi a de 1974, na então Alemanha Ocidental.