Porque amanhã, à noite, muitos estarão, de fato, nada bem, e outros, ao contrário, estarão muito bem.
Mas, quem?
Os da segunda maior torcida do Brasil, os fiéis herdeiros da Democracia Corinthiana, ou os da quinta, a turma da casaca, que encabeçaram a luta antirracista no futebol do país?
Ninguém sabe agora, porque hoje é sábado.
“Amanhã ninguém sabe/Traga-me um violão/Antes que o amor acabe”, responde outro gênio da raça, Chico Buarque.
Corintianos e vascaínos vivem fim de semana ansiosos pela decisão da Copa do Brasil, no Maracanã, às 18h, no encerramento da temporada de 2025, que começou bem para a Fiel com a conquista sobre o maior rival do campeonato estadual e continuou muito mal, como para os cruzmaltinos.