Os preços médios do etanol hidratado subiram em 14 estados, caíram em outros cinco e no Distrito Federal e ficaram estáveis em seis unidades da Federação na semana encerrada no sábado (31). No Amapá, não houve medição.
Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, compilados pelo AE-Taxas. Nos postos pesquisados em todo o país, o preço médio do etanol subiu 0,43% em relação à semana anterior, para R$ 4,63 o litro.
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Em São Paulo, principal estado produtor e consumidor, além de concentrar o maior número de postos avaliados, o preço médio avançou 0,90%, atingindo R$ 4,46 o litro.
A maior alta percentual da semana foi registrada no Ceará, com avanço de 3,08%, para R$ 5,02 o litro. Já a maior queda ocorreu no Distrito Federal, onde o preço recuou 2,28%, para R$ 4,71 o litro.
O menor preço observado em um posto foi de R$ 3,83 o litro, em São Paulo. O maior valor registrado foi de R$ 6,49 o litro, em Pernambuco. Entre as médias estaduais, o menor preço foi verificado em Mato Grosso do Sul, com R$ 4,25 o litro, enquanto o maior preço médio ocorreu no Amazonas, de R$ 5,49 o litro.
Competitividade
Na semana passada, o etanol manteve-se mais competitivo em relação à gasolina em apenas um estado: Mato Grosso do Sul. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol apresentou paridade de 73,14% em relação à gasolina, cenário desfavorável frente ao derivado do petróleo, conforme levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas.
Executivos do setor observam, no entanto, que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade acima de 70%, a depender do tipo de veículo em que o biocombustível é utilizado. Em Mato Grosso do Sul, onde o litro custa R$ 4,25, a paridade foi de 69,67%.
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