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2 de fevereiro de 2026 17:41

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Por que Marino Hinestroza, reforço badalado do Vasco, não ficou no Palmeiras em primeira passagem no Brasil

Reforço badalado do Vasco para reforçar o ataque após a saída de Rayan para a Premier League, Hinestroza, ou somente Marino, desembarcou no Brasil já mandando bem no português. E a facilidade com a língua não é por acaso, já que o colombiano passou pelo futebol brasileiro ainda na base.

Natural de Cali, Marino chegou às categorias de base do tradicional América de Cali em 2018, mas dois anos depois passou um período emprestado ao sub-20 do Palmeiras, que tinha a opção de comprá-lo ao fim do vínculo.

À época, a opção de compra do colombiano junto ao Cali era de US$ 1 milhão (R$ 5,2 milhões nas cifras atuais), um quinto do valor pago pelo Vasco para contratá-lo junto ao Atlético Nacional nesta temporada, US$ 5 milhões (R$ 26,3 milhões).

Em 2020, o atacante chegou a treinar com o profissional, já comandado à época por Abel Ferreira, e foi relacionado para dois jogos, contra o Ceará, na Copa do Brasil, e Fluminense, no Brasileirão, mas não foi acionado pelo técnico português no banco.

Após o período de empréstimo, em decisão tomada em conjunto pela comissão técnica e a diretoria, a opção de compra de Marino não foi exercida pelo Palmeiras, e o colombiano foi parar no Pachuca, do México, onde enfim estreou como profissional.

Antes de voltar a Colômbia e brilhar no Atlético Nacional, inclusive na CONMEBOL Libertadores, Hinestroza ainda passou pela MLS, no Columbus Crew, faz fez apenas 22 jogos e anotou dois gols. Em 2024, chegou aos Verdolagas, com 23 participações em gols em 84 partidas.

Agora em São Januário, o colombiano de 23 anos terá a chance de enfim se provar na elite do futebol brasileiro, e ainda com três compatriotas ao seu lado: Andrés Gómez, Carlos Cuesta e Johan Rojas.

E o interesse do Brasil não começou com o Vasco. Na sua apresentação oficial, Marino revelou que teve propostas de Internacional e Botafogo, além de uma do Boca Juniors, mas que o Cruzmaltino se mostrou o mais interessado na sua contratação e por isso a escolha pelo novo destino fora da Colômbia.

”Eu tive várias propostas de times daqui do Brasil. Acho que a primeira foi do Botafogo, segunda do Internacional e a terceira foi do Vasco. Eu falei com o Admar bastante em julho. Eu vim para cá porque senti que o Vasco foi o time que mais quis que eu viesse jogar aqui. Isso faz s diferença. Ninguém dos times do Brasil ligou para mim que me queria aqui, que gostava de mim. Só o Vasco”, disse na coletiva.

”Eu nunca senti frustação para vir para cá. Estou fiquei muito feliz de estar aqui no Vasco. O primeiro que tomou a decisão fui eu, quero que isso fique bastante claro para todo mundo. Vim para cá porque o Vasco foi o time que mais quis eu que jogasse aqui com essa camisa. A ligação do Diniz ficou muito clara para mim. Não precisei falar muito com ele, foram apenas 20 minutos e já queria assinar. Não tinha falado com o técnico de nenhum outro clube, só com o Diniz. Isso foi muito importante”, complementou.

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