02/02/2026

2 de fevereiro de 2026 11:27

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Aluno é agredido com socos e pauladas em escola de Cuiabá

Um estudante de 15 anos foi brutalmente agredido na tarde de quarta-feira (6) por outros sete alunos, de idades entre 15 a 17 anos, nas dependências da Escola Estadual Antônio Epaminondas, no bairro Lixeira, em Cuiabá.

  

Conforme o registro da Polícia Militar, a vítima relatou que entrou no banheiro da escola para escovar os dentes, e o cômodo estava com as luzes apagadas. Após acendê-las, um dos agressores ordenou que ele apagasse a luz. A vítima teria respondido que precisava usar o banheiro e se negou.

 

A negativa, então, teria sido o suficiente para que o adolescente e outros seis alunos avançassem contra ele e iniciassem as agressões físicas. Segundo o B.O., a vítima foi atingida com socos, chutes e até golpes de um pedaço de madeira. A confusão se estendeu ao pátio da escola, e foi percebida por uma das professoras, que interveio e cessou o espancamento. 

 

Após isso, todos os envolvidos foram levados à coordenação, onde aguardaram a chegada dos responsáveis para que pudessem acompanhá-los à delegacia. De acordo com o documento policial, todos apresentaram lesões corporais. 

 

Não há detalhes sobre o estado de saúde da vítima. Em nota, a Seduc (Secretaria de Estado de Educação) afirmou que a diretoria adotou medidas para garantir a segurança do adolescente agredido. 

 

Veja a nota abaixo:

 

“Nota de esclarecimento

 

A respeito do caso de violência registrado no dia 6 de agosto de 2025, em que seis adolescentes agrediram fisicamente um colega de classe na Escola Estadual Antônio Epaminondas, a gestão Escolar informa que foram adotadas, desde o primeiro momento, medidas para garantia da segurança da vítima.

 

Os pais e responsáveis dos envolvidos foram convocados imediatamente para acompanhar os estudantes até a delegacia, onde foi registrado boletim de ocorrência. Além disso, a Gestão Escolar informou o fato ao Conselho Tutelar solicitando acompanhamento das famílias dos jovens envolvidos, além das medidas pedagógicas, psicossociais e institucionais para o devido enfrentamento do caso no ambiente escolar.

 

A escola conta com professora Mediadora Escolar e com o apoio da Equipe Psicossocial da Diretoria Metropolitana de Educação, que diante do relato de violência, desenvolverá as seguintes ações: acolhimento do estudante e de sua família; realização de rodas de conversa com a turma; palestra educativa abordando violência e bullying; registro das ações em ata e encaminhamento da vítima ao CAPSi para acompanhamento especializado”.

 

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