02/02/2026

2 de fevereiro de 2026 06:27

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Arroba do boi gordo segue em disputa entre demanda e escalas confortáveis

O mercado físico do boi gordo se deparou com predominante acomodação em seus preços nesta quinta-feira (4).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos, em especial os de maior porte, ainda desfrutam de uma posição mais confortável em suas escalas de abate.

“Essas indústrias contam com a incidência de animais de parceria (contratos a termo), somado a utilização de confinamento próprio para suprir suas necessidades”, diz.

De acordo com ele, as exportações em alto nível ainda são o grande ponto de sustentação do mercado, com um ritmo acelerado de embarques nas últimas semanas.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 312,17 — ontem: R$ 313
  • Goiás: R$ 303,57 — R$ 306,61
  • Minas Gerais: R$ 299,12 — R$ 299,71
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,66 — R$ 319,20
  • Mato Grosso: R$ 311,69 — R$ 313,38

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com reajustes em seus preços no decorrer da quinta-feira. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

“Mais uma vez é importante mencionar que a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade se comparado as proteínas concorrentes, em especial na comparação com a carne bovina”, declara o analista.

O quarto traseiro ainda é cotado a R$ 24,00 por quilo; o quarto dianteiro foi precificado a R$ 18,10, por quilo, alta de R$ 0,10; e a ponta de agulha foi indicada a R$ 17,10, por quilo, alta de R$ 0,10.

Exportações de carne bovina

carne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,504 bilhão em agosto (21 dias úteis), com média diária de US$ 71,622 milhões, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 268,562 mil toneladas, com média diária de 12,788 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.600,00.

Em relação a agosto de 2024, houve alta de 56% no valor médio diário da exportação, ganho de 23,5% na quantidade média diária exportada e avanço de 26,3% no preço médio. 

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,66%, sendo negociado a R$ 5,4753 para venda e a R$ 5,4733 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4452 e a máxima de R$ 5,5012.

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