Substituto de Filipe Luís no comando do Flamengo, Leonardo Jardim foi apresentado no CT Ninho do Urubu nesta quinta-feira (5). Dentre diversos assuntos, o português precisou responder a respeito da fama de “barrar medalhões”.
“Nunca barrei ninguém. Eu defendo sempre o melhor para a estrutura e o clube. Estou à vontade, porque ainda ontem disse aos jogadores que tenho uma diretriz, não negocio com ninguém, que é defender o grupo e o clube à frente de qualquer individualidade”, iniciou.
“É uma forma de trabalhar. Sou assim. Vou defender os interesses do Flamengo e o grupo sempre em primeiro lugar”. A fama de vetar atletas de renome não é nova, mas, no Brasil, veio à tona quando o português chegou ao Cruzeiro na última temporada para a vaga de Fernando Diniz.
Logo que chegou ao clube, o técnico foi o responsável por colocar Gabriel Barbosa, então grande reforço do time mineiro, no banco de reservas, algo que causou ruído na época e, posteriormente, foi um dos motivos que fizeram o astro deixar a Raposa e acertar sua saída por empréstimo para o Santos.
“Se achar que algum jogador, estamos falando do Gabriel, que foi ídolo aqui, achava que o Kaio estava melhor e jogou ele. As pessoas precisam perceber que a parte profissional é uma coisa e pessoal é outra. Com certeza ele ficou insatisfeito, mas não foi por isso que deixou de trabalhar, ter bom comportamento, e até criar relação boa que tivemos”, explicou Jardim.
