O Palmeiras venceu o São Paulo por 2 a 1, neste domingo (1º), e garantiu vaga na final do Paulistão. Em campo, o time tricolor ficou na bronca com um lance enquanto a partida estava 1 a 0 para o adversário.
Na ocasião, em disputa com Lucas Moura, Gustavo Gómez viu a bola pegar no seu braço. Comandante do jogo, Daiane Muniz interpretou o lance como normal – o VAR também não viu irregularidade. Segundo Renata Ruel, comentarista da ESPN, o lance deveria ter sido marcado.
“O lance tem alguns fatores a ser analisado: é uma distância curta na hora que toca no braço. O Gómez tenta tirar o braço, mas vai para a disputa ampliando o espaço corporal. A bola bate no braço dele. Apesar da falta de critério, como o braço está afastado, a gente vê um pênalti ser marcado no Brasil. Cabe interpretação por recolher o braço? Cabe, mas pelo que a gente vê na arbitragem brasileira, o pênalti deveria ser marcado”, explicou Renata, que viu um erro no pênalti dado ao São Paulo e convertido por Calleri.
Na ocasião, Marlon Freitas acertou Bobadilla com o braço. Apesar do contato, Renata Ruel viu a situação com normalidade e afirmou que Daiane não deveria marcar a penalidade.
“A regra fala que nem todo golpear é falta. Se não tem intensidade, força e se agir com prudência no contato, não tem que ser marcado. Ao sentir o braço, Bobadilla desaba em campo, deixa de disputar e para mim é uma disputa que acontece o jogo inteiro. A árbitra tinha adotado um critério alto para marcação de falta, foge do critério e erra na marcação da penalidade a favor do São Paulo. O VAR não atuou e manteve a decisão de jogo. Mas vejo erro de não ter marcado pênalti no Gómez e um erro em ter marcado o pênalti no Bobadilla”, finalizou.
Agora, o Palmeiras encara o Novorizontino na final do Paulistão. Serão dois jogos, com o primeiro com mando alviverde e o segundo no interior.
