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2 de fevereiro de 2026 16:40

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Deputado citado por Moraes em ordem para desocupar protesto em Brasília diz estar na Paraíba

O deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB) afirmou neste sábado (26) que está na Paraíba e não em Brasília, como consta no despacho do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou o uso da força policial para desmobilizar o acampamento de parlamentares na Praça dos Três Poderes. “Estou trabalhando na Paraíba. Não estou no STF. Como meu nome foi parar aí?”, questionou o parlamentar, após tomar conhecimento da decisão.

O despacho foi assinado por Moraes na virada de sexta (25) para sábado (26), atendendo a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que alegou risco à segurança institucional. No documento, o ministro determinou a “remoção imediata” dos deputados Hélio Lopes (PL-RJ), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Cabo Gilberto Silva (PL-PB), Coronel Chrisóstomo (PL-RO) e Rodrigo da Zaeli (PL-MT), além de qualquer outro indivíduo que estivesse no local.

O texto ainda autorizava a prisão em flagrante por crimes de resistência ou desobediência, caso os citados desrespeitassem a ordem judicial. Para isso, Moraes determinou o acionamento da Polícia Federal e da Polícia Militar do Distrito Federal, destacando que caberia especialmente à PM-DF “a adoção de todas as providências necessárias à efetiva remoção dos referidos indivíduos do local”.

Diante da ordem, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), foi pessoalmente até a praça e conduziu uma negociação com os deputados, acompanhado do desembargador aposentado Sebastião Coelho, interlocutor dos parlamentares. Ibaneis, desconfortável com a situação, afirmou: “Eu não concordo com as coisas que estão acontecendo, Sebastião.”

Segundo disse em entrevista ao Estadão, o governador autorizou a prisão dos deputados caso não houvesse acordo: “Vamos tentar tirar pacificamente. Se não saírem, serão presos.”

Ao fim do impasse, os parlamentares concordaram em realocar suas barracas para outro ponto da Esplanada dos Ministérios, fora da área considerada sensível. A Polícia Militar também interditou a circulação de veículos na Praça dos Três Poderes para reforçar a segurança.



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