Nesta longa tarde, em Washington, a Fifa submeteu a vasta audiência do seu principal evento a mais uma sessão de tortura. Talvez uma das piores de todos os tempos — exceção feita ao show de Lauryn Hill, claro.
Vamos às certezas:
A primeira e mais importante: a vida do Brasil poderia ter sido pior. Muito pior. Sim, pegou Marrocos, top 4 no Qatar e uma fortíssima seleção, liderada pelo goleiro Bono e o lateral-direito Hakimi. Depois, porém, vieram Escócia, em vez da Noruega, e Haiti em vez de, potencialmente, uma Itália ou outro europeu da repescagem. Avançando, deve encontrar Equador ou a equipe de Haaland. Depois, podem vir Inglaterra ou México e, quem sabe, a Argentina em uma improvável (para nós) semifinal. O sonho do Hexa continua tendo mais chance de virar um pesadelo, mas pelo menos ele não começou a terminar hoje.