O Bonito Cinesur – Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito já está com inscrições abertas para longas e curtas-metragens inéditos para a sua 4ª edição, que acontece entre 24 de julho e 1º de agosto deste ano. As inscrições são gratuitas e o prazo segue até o dia 6 de abril.
Quem pode se inscrever
Podem se inscrever filmes sul-americanos de todos os gêneros, incluindo produções ambientais, obras voltadas ao público infantojuvenil e trabalhos sul-mato-grossenses concluídos entre 2025 e 2026, inéditos no mercado brasileiro.
As inscrições são gratuitas pelo site oficial do festival, clicando aqui, e com opção de envio também pela plataforma Festhome, garantindo que cineastas de diferentes países tenham acesso democrático ao evento.
Reconhecimento
Os filmes selecionados para as mostras competitivas do festival concorrem ao Troféu Pantanal, premiação oficial do festival concedida pelo Júri Oficial e pelo Júri Popular. Além do troféu, algumas categorias contam com premiação em dinheiro.
A 4ª edição
Mais do que premiar filmes, o evento afirma-se como ponto de encontro para realizadores, promovendo debates, intercâmbio cultural e fortalecimento de redes colaborativas. Com Bonito como sede, o festival conecta o cinema a um destino reconhecido internacionalmente pela sustentabilidade e pelo ecoturismo, valorizando narrativas que dialogam com a diversidade cultural e questões ambientais do continente.
Ao longo de nove dias, salas de cinema, praças e espaços culturais recebem exibições, oficinas, debates e encontros formativos que fortalecem a cadeia audiovisual e a economia criativa local.
Filmes premiados
A participação vem crescendo desde a primeira edição e se reflete no interesse dos realizadores: em 2023, o festival recebeu 600 inscrições; em 2024, foram 700 filmes; e, em 2025, o número chegou a 900. No ano passado, 11 filmes foram premiados em cinco categorias, com obras do Brasil, Chile e Colômbia.
Entre eles, destacam-se produções sul-mato-grossenses como “Jardim de Pedra – Vida e Morte de Glauce Rocha” e “Enigmas no Rolê”, além de filmes ambientais brasileiros como “Sobre Ruínas” e “Rua do Pescador, nº 6”.
O continente também brilhou com o chileno “Revelación”, o colombiano “Amor en los Tiempos de Como Sea Que Se Llame el Presente” e o longa “Oro Amargo”, do Chile, reforçando a vocação do Bonito Cinesur como vitrine de produções inéditas e criativas de toda a América do Sul.
