Gominho mostrou nas redes sociais o diamante feito com as cinzas de Preta Gil. A cantora, diagnosticada com câncer no intestino, morreu em 20 de julho, aos 50 anos, e desejou ser cremada e que a joia fosse feita e distribuída para amigos e familiares.
“Eu não quero fazer joia de usar. E tenho medo de ser assaltado, né, moro no Rio de Janeiro”, disse, uma live no Instagram. Em seguida, ele pegou a caixinha e mostrou o diamante. “Se você ‘puxa’ no microscópio, tem o nome dela cravejado. Queria muito andar com ele, mas tenho medo de perder. Anel não vou fazer porque perco. Pensei em fazer uma pulseira e cravejar. Vou deixar do lado da minha cama. Não tem nada nessa casa, ninguém vai roubar”, acredita.
De acordo com o “Fantástico” do último domingo (23), parte das cinzas da cantora foi enviada a um laboratório em São Paulo com a missão de produzir 12 diamantes para seus amigos. No processo, o carbono extraído foi transformado em grafite e enviado à Índia, onde o processo de produção foi finalizado.
Já o diamante que ficou com a família Gil foi com parte das cinzas que foram levadas a um laboratório em Curitiba. A pedra, nesse caso, foi produzida integralmente no Brasil.
Para isolar o carbono da amostra, são usados diversos processos de queima para acelerar o que aconteceria na natureza e eliminar muito mais rápido enxofre, potássio e outros compostos orgânicos, deixando apenas o carbono puro. O resultado, segundo os especialistas, é um diamante com as mesmas propriedades químicas e físicas de uma pedra que fosse extraída da natureza.
