O senador Wellington Fagundes (PL) declarou, esta noite, que a decisão do Senado, em rejeitar por 42 votos a 34, a indicação do presidente Lula para o advogado Geral da União Jorge Messias para ministro do STF, é a demonstração que “este governo acabou. O presidente hesitou, demorou demais (na indicação de Jorge Messias) isso tudo foi enfraquecendo (a articulação)”, avaliou. “Depois ade 134 anos, é a primeira vez que é rejeitada uma indicação de um presidente da República para ministro do Supremo”, apontou.
Ele acrescenta que, “além da carga tributária e dos escândalos que estão acontecendo. Fica nossa homenagem ao nosso líder maior que, junto com nosso líder maior Flavio Bolsonaro que, junto com toda a oposição, estivemos presentes para votar e mostrar que a democracia vale acima de tudo”. Na declaração, ele não manifesta seu voto (ao que tudo indica foi contrário) mas o PL havia fechado questão em votar contra a indicação de Messias.
O senador mato-grossense Jayme Campos (União), que havia participado da sabatina de Messias, disse que “hoje é um dia histórico. O Senado mostrou sua independência, o sistema de freios e contrapesos. O Senado tem que mostrar à sociedade brasileira que é independente, sobretudo naquilo que é mais importante para o cidadão. O Senado age de forma respeitosa, mas, acima de tudo, de forma independente. Essa data, com certeza, é histórica para o Brasil”.
O senador Carlos Favaro, que foi ministro do governo Lula e é aliado do presidente, ainda não se manifestou.
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