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20 de fevereiro de 2026 19:28

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Guardiola reflete sobre racismo contra Vinicius Jr. e pede providência: ‘Problema da sociedade, não só do futebol’

Pep Guardiola foi mais um nome do futebol internacional a se manifestar a respeito da acusação de racismo feita por Vinicius Jr., atacante do Real Madrid, contra Gianluca Prestianni, do Benfica, em caso ocorrido durante partida válida pela Uefa Champions League, nesta semana, em Lisboa.

O espanhol abordou o tema durante coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (20), véspera da partida contra o Newcastle, pela Premier League, que acontece neste sábado (21), às 17h (de Brasília), e que terá transmissão ao vivo pelo plano premium do Disney+.

O espanhol fez uma reflexão sobre o tema do racismo e disse que a solução para a questão seria “pagar mais aos professores”. Não é o lugar onde nasceu ou a cor da pele que faz de nós melhores. Ainda há muito trabalho a ser feito. É um problema da sociedade, não apenas do futebol”, iniciou.

“O racismo existe em todos os lugares. O racismo não é uma questão do tom da pele, é sobre comportamentos”.

“As escolas são os lugares ideias para mudar comportamentos. Paguem mais aos professores. É assim que se resolve. É aí que vamos resolver o problema. Nas escolas, não no futebol. Professores e médicos são as pessoas mais importantes da sociedade, não um técnico de futebol”, disse Guardiola.

A forte acusação feita por Vinicius Jr. dominou grande parte do assunto dos últimos dias no mundo do futebol e foi tema até mesmo nas coletivas de imprensa de Vincent Kompany, técnico do Bayern de Munique, José Mourinho, do Benfica e, claro, de Álvaro Arbeloa, treinador do Real Madrid, além de outros.

Ainda nesta sexta, a ESPN trouxe a informação de que Prestianni prestou seu primeiro depoimento à Uefa, que designou um inspetor para avaliar o caso. Segundo apuração, o jogador declarou no depoimento que chamou o atacante brasileiro de “maricón” (marica, em castelhano), e não de “mono” (macaco, em castelhano).

Ainda segundo apurou a nossa reportagem, o termo “maricón” teria sido usado pelo jogador encarnado, de acordo com o próprio, mais num contexto provocativo, ou seja, a chamar Vini Jr. de “chorão“, por exemplo.

A defesa de Gianluca Prestianni, no entanto, acaba por ser baseada em um insulto passível de ser enquadrado na mesma moldura de punição da Uefa. Ou seja, trocaria o “racismo” pela “homofobia”. Nesse caso, um eventual castigo pela entidade poderia ser igual (suspensão de, no mínimo, dez jogos).

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