05/03/2026

5 de março de 2026 21:13

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Jardim vê Flamengo ‘da dimensão do Real Madrid’ e aponta problema no time de Filipe Luís que aproveitou como rival

Apresentado nesta quinta-feira (05) como novo treinador do Flamengo, Leonardo Jardim não economizou nos elogios ao elenco rubro-negro.

O técnico, que já esteve na mira do clube carioca em 2020, estava livre no mercado desde que deixou o Cruzeiro, no fim do ano passado. Ele assinou contrato até o fim de 2027.

Anunciado para o cargo após a demissão de Filipe Luís, o português afirmou que acompanhou o plantel do Fla durante a temporada 2025, quando comando o Cruzeiro, indicando as características do grupo que terá à disposição.

“De forma exterior, vi o Flamengo durante 11 meses no ano passado. Conheço qualidade dos nossos jogadores. Em termos de características, tenho uma equipe como mais característica de posse do que transição. É manter a identidade e aproveitar que momentos dos jogos criem outras soluções. Em termos de elenco, uma equipe como Flamengo tem de estar em todos os mercados”, respondeu Jardim, comparando o Rubro-Negro a outro gigante do futebol.

“Até o Real Madrid, na Europa, que é um clube da dimensão do Flamengo, todos os anos troca um ou dois, porque é importante motivação, novos jogadores. Mas neste momento estou extremamente satisfeito com os jogadores que já mostraram capacidade”.

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Como Flamengo vai jogar com Leonardo Jardim? Treinador responde: ‘Algumas ideias do Filipe vão continuar’

Novo treinador do Flamengo foi apresentado nesta quinta-feira (5)

Questionado sobre o estilo de jogo amplamente vencedor com Filipe Luís em 2025, Leonardo Jardim admitiu que deverá manter parte das ideias implementadas pelo antecessor, mas não descartou promover mudanças.

“Algumas ideias do Filipe vão continuar. Mas também acredito que jogo tem muitas nuances. Uma boa equipe tem de ter capacidade para jogar na pressão do adversário, mais baixo, ter posse, transição. As melhores equipes do mundo têm essa variabilidade, que é não fazer sempre a mesma coisa, porque senão começa a ser fácil”, disse o treinador, indicando até um problema da equipe do antecessor que se aproveitou como adversário.

“Se formos uma equipe só de posse o adversário nos pressionar, teremos dificuldade. Era uma das estratégias que eu utilizava quando joguei com o Flamengo: pressionar mais porque a transição não era tão boa. Por isso temos que equilibrar isso. Não queremos fugir do DNA do grupo. Temos de jogar de acordo com nossos jogadores”.

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