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13 de janeiro de 2026 08:24

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Não foi só Filipe Luís: Bap já travou volta e renovação de ídolos no Flamengo e gerou atrito interno

A renovação de Filipe Luís no Flamengo virou uma verdadeira novela entre os rubro-negros . O impasse tem Luiz Eduardo Baptista, o Bap, como figura central, depois de ter sido o dirigente a tomar as decisões de negociação e adiar um acerto que chegou a estar bem encaminhado . Não é a primeira vez, inclusive, que a cartola está no ‘olho do furacão’ em tratativas do tipo, antes mesmo de ele virar presidente.

A primeira delas aconteceu em 2020 envolvendo o goleiro Diego Alves . Ídolo do clube e em reta final de contrato, o histórico goleiro do time de 2019 tinha um acordo com o então vice-presidente de futebol Marcos Braz para uma renovação por dois anos, além de um aumento salarial. Um dos aliados mais influentes do presidente Rodolfo Landim segunda vez, Bap, que exerceu a carga de vice-presidente de relações externas, foi um dos que votou contra os termos da renovação do atleta.

A principal alegação foi a questão financeira. No auge da pandemia, o cartão fez pressão para que o acordo fosse apenas por um ano. A situação prejudicada pelo desgaste interno, pois Braz já havia dado sua palavra a Diego que o acordo seria por duas temporadas.

No fim, o goleiro cedeu, muito pela relação de amizade que tinha com Braz, e renovou somente por um ano. Só que a figura de Bap, que já não era vista com bons olhos pelo elenco após encabeçar no fim de 2019 a saída de Paulo Pelaipe, braço-direito de Jorge Jesus e Marcos Braz, teve a imagem ainda mais arranhada no Ninho. O então gerente de futebol era querido por todos no CT, e a saída foi vista como injustificada. Na época, ele acusou um ‘boicote’: ‘Fui traído pelo supervisor que é primo de um VP e queria o meu lugar’ . Na ocasião, o supervisor era Gabriel Skinner, que está no clube atualmente, e o VP, no caso, Bap.

Pelaipe, inclusive, foi quem comprou a briga dos jogadores pelos funcionários que, por decisão de Landim e seus pares, incluindo Bap, cortaria os generosos prêmios pelas conquistas da Libertadores e do Brasileirão de 2019. Um colaborador com salário de R$ 10 mil, por exemplo, faturaria seis vezes esse valor como “bicho” pelos títulos, mas acabou levado apenas o equivalente a mais ordenado um, diferentemente do que havia sido acordado no início do ano.

Bap também teve protagonismo em episódio com o lateral-direito Rafinha.

A saída de Rafinha rumo ao Olympiacos, em 2020, não foi bem recebida nos bastidores do clube. Apesar disso, o lateral seguiu com bastante moral com uma outra ala da diretoria e firmou acordo com o então vice-presidente de futebol Marcos Braz para voltar ao Flamengo um ano depois. Bap, ainda como vice-presidente de relações externas e influente com Landim, foi totalmente contrário ao retorno.

Na época, como publicado na ESPN, Bap utilizou a questão financeira como problema e venceu a queda de braço interno com Braz, seu desafeto na diretoria. Ainda vivendo a época da pandemia e com outros três laterais no elenco do Flamengo (Isla, Matheuzinho e Rodinei), Rafinha acabou rumando para o Grêmio e não vestiu novamente a camisa rubro-negra.

Alinhado com a Rodrigo Tostes, um dos dirigentes com quem tem mais cobertura com Bap desde 2013 no clube e responsável pelas finanças da época, o atual presidente do Flamengo na época vencia mais uma guerra com o Braz., barrando o retorno de um dos líderes do clube e que faz parte da geração 85, que tinha além de Diego Alves e Rafinha os ídolos Diego Ribas e Filipe Luís.

Agora, foi uma vez Filipe Luís, em um cenário totalmente oposto aos seus amigos, sofrendo com o jogo duro de Bap e as finanças para renovar o contrato.

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