Ainda assim, entregou Brasileirão, Libertadores e uma campanha digníssima na Copa Intercontinental.
Não à toa, saiu da temporada extremamente valorizado.
Dito isso, é preciso pontuar algo que, para mim, foi bem esquisito: o jogo duro imposto pelo treinador rubro-negro.
É claro que o clube deve, sim, muito ao jovem técnico.
Mas, colocando tudo na balança, vejo que o profissional tem com a agremiação da Gávea uma dívida um tanto maior.
Afinal, foi o clube que lhe deu a primeira oportunidade como técnico profissional, já com um elenco estrelado, competitivo e acostumado a decidir títulos.