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1 de maio de 2026 01:08

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Plano de paz apresentado por Trump envolve anistia a membros do Hamas e criação de Estado Palestino; Israel aceita

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), anunciou nesta segunda-feira (29) um plano de paz para encerrar a guerra entre Israel e Hamas, com a previsão de criação de um Estado Palestino. O anúncio foi feito na Casa Branca, em Washington, ao lado do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu (Likud), que, segundo Trump, aceitou os termos da proposta norte-americana.

“O plano que apresentamos hoje está focado em acabar com a guerra imediatamente, resgatar todos os nossos reféns e criar condições para a segurança israelense duradoura e o sucesso palestino”, declarou Trump. “Hoje é um dia histórico para a paz”, acrescentou.

Pelo plano, a partir do aval israelense, o Hamas terá 72 horas para libertar os reféns vivos e entregar os corpos ainda em sua posse. Nesse período, operações militares serão suspensas e as tropas israelenses iniciarão a retirada gradual da Faixa de Gaza. Em contrapartida, Israel se compromete a libertar 250 prisioneiros condenados à morte e 1.700 detidos após os ataques de 7 de outubro de 2023, além de devolver 15 corpos para cada refém solto.

A proposta também prevê anistia para combatentes do Hamas que aceitarem coexistir pacificamente na região. Aqueles que optarem por deixar a Palestina poderão fazê-lo em segurança. A desmilitarização, segundo a Casa Branca, abrirá caminho para a entrada de ajuda humanitária, sob supervisão da ONU, da Cruz Vermelha e de outras organizações internacionais.

O plano inclui a criação de um governo de transição palestino de caráter “tecnocrático e apolítico”, supervisionado por um “Conselho da Paz” liderado por Trump e com participação do ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e de outros líderes a serem definidos.

Na frente econômica, a proposta contempla a restauração das linhas de energia de Gaza e a implementação de uma zona econômica especial com tarifas preferenciais. A iniciativa terá apoio financeiro de países árabes e muçulmanos, como Arábia Saudita, Qatar, Emirados Árabes, Egito e Jordânia, que também devem integrar uma força de estabilização temporária responsável pelo treinamento de policiais palestinos.

Se todas as etapas forem cumpridas, o governo dos Estados Unidos afirma que o plano abrirá caminho para a “autodeterminação e a criação de um Estado palestino”.



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