O técnico Fernando Diniz está prestes a completar um mês no comando do Corinthians. Anunciado no último dia 6 de abril, o comandante tem oito jogos, com cinco vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Apesar dos bons números, o ataque, que tem nove gols marcados, virou uma “dor de cabeça”.
O treinador se preocupa com o substituto de Yuri Alberto, jogador com quem está “encantado”. Há o entendimento que nomes como Lingard, Pedro Raul e Labyad têm outras características e ninguém faz o que Yuri faz.
Diniz gosta de centroavante de mobilidade, como eram John Kennedy e Cano no Fluminense. Ele entende que há carência nessa posição no momento, mas não fará cobrança pública por reforços em entrevistas coletivas. Pelo contrário: tem exaltado o elenco nas entrevistas. No entanto, nos bastidores, há essa preocupação.
Além da questão do ataque, Diniz também olha bastante para a defesa. O técnico está “obcecado” por fazer o Corinthians não levar gols. Até aqui, foram apenas dois sofridos, justamente na última partida, na derrota por 2 a 1 para o Mirassol. Antes disso, eram sete partidas sem ser vazado.
O técnico vem salientando a importância da recomposição defensiva e diz que “não tem desculpa para não fazer”.
Diniz destaca aos jogadores que há “beleza” no toque de bola e no jogo ofensivo, mas que “também há beleza” no comprometimento defensivo.
