Nos últimos meses, Moreira e seu sócio foram responsáveis por saques de, ao todo, R$ 9 milhões em espécie.
Em nota, a Prefeitura de Macapá disse que aguarda a conclusão dos fatos noticiados e “ressalta sua confiança na seriedade e independência da Justiça”.
“A gestão municipal está à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários, pois atua com responsabilidade e dentro da legalidade de seus atos administrativos.”
O grupo utilizava “mecanismos de dissimulação patrimonial”, segundo a PF, incluindo entregas de dinheiro vivo e movimentações bancárias para ocultar a origem ilícita dos valores.
A secretaria municipal de Saúde, Érica Aymoré, também foi alvo de busca e apreensão. Foram cumpridos 11 mandados em Macapá e dois em Belém (PA).
O contrato da obra, de R$ 69,3 milhões, foi firmado em 2024. Segundo a prefeitura, a verba veio de emendas das ex-deputadas federais Leda Sadala (PP) e Aline Gurgel (Republicanos), do senador Lucas Barreto (PSD) e do deputado Vinícius Gurgel (PL).
