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19 de fevereiro de 2026 14:57

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Quem é o ‘brasileiro de berço’ que sonha com título do Rio Open para coroar volta por cima no circuito

Carente de grandes nomes após as desistências de Lorenzo Musetti e Gael Monfils, a edição deste ano do Rio Open tem, em um velho conhecido da casa, alguém que busca de volta o protagonismo no circuito mundial: o italiano Matteo Berrettini.

E esse “da casa” é mais do que verdadeiro. Italiano de nascimento, Berrettini tem raízes brasileiras. Sua avó, Lucia Fogaça, que há 60 anos mora na Europa, nasceu no Rio de Janeiro, mas conheceu o avô do tenista em uma viagem que fez ao país como turista.

“Ela nasceu no Rio, cresceu aqui e conheceu o meu avô na Itália, quando viajou para lá como turista. Ela se sente muito brasileira e, desde que eu era pequeno, contava-me coisas do Brasil e como essa história tem grande significado para ela e para mim também”.

“Eles falavam comigo em português até eu fazer uns 3 anos, por isso entendo a língua e principalmente a palavra saudade, por sentir muita saudade da minha família. Vim a primeira vez para o Brasil quando tinha uns 10 meses”, contou o italiano.

Foi em 2022 quando Matteo Berrettini veio ao Brasil para seu primeiro Rio Open. À época o italiano era o cabeça de chave número 1 do torneio e número 6 do mundo. Chegou a disputar uma final de Grand Slam contra Djokovic em Wimbledon, mas acabou derrotado.

Dono de uma das direitas mais poderosas do circuito, Berrettini até bateu Thiago Monteiro na primeira rodada no Rio, mas na fase seguinte tinha um tal de Carlos Alcaraz pela frente. O espanhol, que vinha causando estragos no circuito, venceu e rumou para o título.

Mas as boas recordações do Rio ficam, como a feijoada que sua avó fazia, o clima apaixonado dos brasileiros e as frutas.

“Eu conheço um prato famoso, a feijoada. Eu gosto muito, e ela costumava fazer quando eu era criança. É muito pesada (risos). Eu gosto como os brasileiros são apaixonados por esportes, especialmente por futebol, mas pelo tênis também”, contou ao jornal ‘O Globo’ em 2022.

“Acho que há muitas semelhanças entre italianos e brasileiros. Somos latinos de sangue quente, muito apaixonados. Sentimos muita saudade, sentimos falta das pessoas. O clima do Rio também é muito bom. Gosto da comida, das frutas”.

Quatro anos depois, Berrettini volta com outro status. Hoje é o número 58 do mundo e briga para conseguir voltar à boa forma de antes após inúmeras lesões nos últimos anos que o atrapalharam muito. Passou na primeira rodada pelo chileno Barrios Vera e agora encara o sérvio Dusan Lajovic por uma vaga nas quartas de final.

Nada como uma ‘volta às origens’ para quem sabe retomar o caminho das conquistas.

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