O novo “sell-off” nos bonds da Braskem expôs mais uma vez a deterioração do humor no crédito corporativo brasileiro — mas, desta vez, sem contaminar o risco Brasil. Episódios recentes envolvendo Raízen, CSN e, em menor grau, Aegea já haviam elevado a desconfiança dos agentes. Ainda assim, o CDS de cinco anos do Brasil permanece relativamente comportado — em torno dos 132 pontos —, em um possível sinal de que o mercado reduziu a exposição após os estresses do ano passado.
