13/05/2026

13 de maio de 2026 19:14

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Samantha defende Abilio e vê militância em discussão sobre Saúde

A vereadora de Cuiabá e primeira-dama, Samantha Iris (PL), saiu em defesa do prefeito Abilio Brunini (PL) após a polêmica com a professora Maria Inês da Silva Barbosa, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), durante audiência sobre saúde.

 

Para ela, o espaço foi indevidamente usado para militância política.

 

Continuo dizendo a mesma coisa que eu já disse antes, todes não existe na língua portuguesa

Durante a 15ª Conferência Municipal de Saúde de Cuiabá, que ocorreu no dia 30 de julho, ela foi interrompida e proibida de usar o pronome neutro “todes” pelo prefeito. O caso gerou ampla repercussão na imprensa regional e nacional.

 

“A gente tem a opinião, assim como ele já falou, que todos devem ser respeitados, que o público ao qual ela se referia realmente é um público que existe e merece ser respeitado pelos serviços públicos”, afirmou Samantha.

 

“Mas que a gente deve se ater a colocar a discussão que estava sendo feita no caso de saúde e não utilizar militância política em um espaço onde a gente deve discutir melhorias para a saúde da população”, completou.

 

Samantha afirmou que a fala do prefeito foi “muito educada” e que até a própria professora, posteriormente, reconheceu o caráter militante de sua fala ao reagir à declaração de Abilio.

 

Em entrevista ao site UOL, Maria Inês chegou a classificar como “fascista” a atitude do prefeito. No entanto, Samantha reiterou que Abilio estava utilizando sua “liberdade de expressão”, assim como a professora.

 

Assim como o marido, a primeira-dama também negou que o uso do termo “todes” seja correto.

 

“Continuo dizendo a mesma coisa que eu já disse antes, todes não existe na língua portuguesa, todos já abrange todos mesmo. E acredito que não há nenhum problema, ele foi muito educado com isso, com a colocação que ele fez, inclusive, ela mesma, em uma entrevista posterior à situação, falou que realmente era um ato de militância política”, disse.

 

“Então, acredito que, em um lugar de discutir saúde a gente deva discutir saúde. E a saúde é para todos”.

 

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