O português pediu o boné quando disparava na liderança da Série A, ao receber proposta do Al-Nassr, da Arábia Saudita. Interinamente, Cláudio Caçapa o substituiu.
Outro luso assuniu em seguida, Bruno Lage, entre julho a outubro de 2023. Não durou 90 dias. Os jogadores queriam a efetivação de Lúcio Flávio, então auxliar. Foram atendidos e o time começou a perder um Brasileirão que parecia ganho.
Com o título escapando, Tiago Nunes, também brasileiro, chegou em novembro de 2023 e saiu em fevereiro de 2024. Menos de 100 dias. A alta rotatividade do Botafogo já era uma realidade.
Fábio Matias assumiu interinamente até que Artur Jorge, de novo um português, assumisse em abril para levar a equipe às conquistas do Brasileirão e da Libertadores em 2024.
Mas ele não quis ficar. Obviamente sabia que o elenco sofreria baixas, como as saídas dos dois mais importantes e decisivos jogadores, Luiz Henrique e Tiago Almada. Assim, meteu o pé rumo ao Catar ao receber convite do Al-Rayyan.
Das divisões de base surgiu Carlos Leiria, numa espécie de interinidade, no início de 2025. O elenco estava modificado, com chegadas e partidas, perdeu a Supercopa para o Flamengo e ele não se manteve.