13/01/2026

13 de janeiro de 2026 18:22

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Tesouro quer dar resposta para operação dos Correios até sexta (19)

O Ministério da Fazenda informou que o Tesouro Nacional vai informar até a próxima sexta-feira (19) se vai aprovar ou recusar a operação de crédito de R$ 12 bilhões dos Correios.

A empresa estatal teve a proposta de R$ 12 bilhões em crédito aprovada por um pool de bancos. São eles: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander.

O processo de reestruturação dos Correios depende do aval do Tesouro Nacional.

Para o Tesouro Nacional entrar como avalista da operação, é necessário negociar um empréstimo com uma taxa de juros dentro do limite de 120% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

No início de dezembro, a União reprovou outra operação de crédito dos Correios por considerar excessivos os juros pedidos pelos bancos. À época, as instituições financeiras aceitaram fazer a operação de R$ 20 bilhões com juros de 136%, muito acima do limite de 120% do CDI.

Entre as estratégias que estão sendo estudadas no processo de reestruturação, está fechar parcerias com empresas públicas e privadas. De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a Caixa Econômica Federal está interessada.

“Os Correios vão, depois da reestruturação,  explorar vários caminhos. Dentre os quais, a possibilidade de parcerias com empresas públicas ou privadas”, disse Haddad nesta quinta (18).

Em seguida, o ministro completou: “Até a Caixa está estudando porque a capilaridade dos Correios interessa aos produtos da Caixa. Não tem nada firme.”

Entenda

Os Correios registram um prejuízo superior a R$ 6 bilhões, no período acumulado de janeiro a setembro de 2025.

Diante da sua situação financeira, a empresa busca soluções para reequilibrar as contas, pagar dívidas e honrar os salários dos funcionários.

Para alcançar esse objetivo, os Correios elaboraram um plano de reestruturação que prevê, entre outras medidas, o fechamento de agências, a venda de imóveis e um programa de demissão voluntária — com potencial de desligar cerca de 15 mil funcionários entre 2026 e 2027.

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