29/04/2026

29 de abril de 2026 15:49

Tráfego em Ormuz segue mínimo em meio a impasse entre EUA e Irã | Mundo

Pelo menos seis navios, uma fração do tráfego habitual, cruzaram o Estreito de Ormuz nas últimas 24 horas, mostraram dados de navegação nesta quarta-feira, enquanto Estados Unidos e Irã permanecem em impasse sobre um acordo que permitiria reabrir essa via marítima crucial.

Pagamentos ao governo iraniano ou à Guarda Revolucionária — “direta ou indiretamente” — para garantir passagem segura pelo Estreito de Ormuz não serão autorizados para cidadãos americanos, incluindo instituições financeiras dos EUA, nem para entidades estrangeiras controladas por americanos, afirmou o Tesouro. “Tais pagamentos também criam exposição significativa a sanções para pessoas não-americanas”, acrescentou.

A maioria das embarcações era de transporte de carga seca a granel, e a Reuters não conseguiu determinar se mais de seis navios atravessaram o estreito, mas o fluxo recente tem sido, em média, de cerca de sete embarcações por dia.

Isso representa uma porcentagem ínfima do fluxo normal pela importante rota de acesso ao Golfo Pérsico, que registrava entre 125 e 140 passagens diárias antes do início da guerra com o Irã, em 28 de fevereiro.

O presidente dos EUA, Donald Trump, instou o Irã nesta quarta-feira a “agir com inteligência logo” e assinar um acordo, após dias de impasse nas tentativas de encerrar o conflito e após uma reportagem indicar que os EUA estenderiam o bloqueio aos portos iranianos.

“Apesar do cessar-fogo entre EUA e Irã em 8 de abril de 2026, o tráfego comercial permanece limitado, com travessias restritas e incerteza contínua nas rotas”, afirmou o Centro Conjunto de Informação Marítima, liderado pela Marinha dos EUA, em seu relatório mais recente divulgado esta semana.

Autoridades iranianas chegaram a propor a cobrança de uma taxa de pedágio para navios que atravessassem o estreito.

Empresas de navegação que realizarem qualquer pagamento ao Irã pela passagem por Ormuz estarão expostas a sanções, mesmo que não sejam dos EUA, informou o Departamento do Tesouro americano em um comunicado na terça-feira.

Pagamentos ao governo iraniano ou à Guarda Revolucionária — “direta ou indiretamente” — para garantir passagem segura pelo Estreito de Ormuz não serão autorizados para cidadãos americanos, incluindo instituições financeiras dos EUA, nem para entidades estrangeiras controladas por americanos, afirmou o Tesouro. “Tais pagamentos também criam exposição significativa a sanções para pessoas não-americanas”, acrescentou.

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