13/05/2026

13 de maio de 2026 14:59

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Tite revela os três técnicos que sugeriu para serem seus sucessores na Seleção Brasileira

O técnico Tite concedeu entrevista ao GE e falou abertamente sobre o processo de sucessão na Seleção Brasileira após sua saída, ocorrida logo depois da eliminação na Copa do Mundo 2022.

Questionado se acompanhou o turbulento ciclo do Mundial 2026, que teve dois nomes interinos (Ramon Menezes e Fernando Diniz) e dois comandantes fixos (Dorival Júnior e Carlo Ancelotti), Tite revelou que indicou três profissionais à CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

No trio de recomendados, inclusive, não constava nenhum treinador brasileiro.

“Acompanhei, sim (o ciclo da Copa-2026). É inevitável o acompanhamento. Claro que com filtros maiores ou menores, mas é inevitável”, salientou.

“Ela é muito abrangente, tem muitos aspectos. São três trocas de técnico, mais um interino. O que eu posso dizer, e me permito, é que na minha saída, chamado pela direção da época, coloquei para eles: que tenham luz para a escolha, estou saindo, mas mantenham a estrutura básica da Seleção até escolherem o técnico”, relatou.

“Na hora que escolherem o técnico, ele vai buscar informações dessa equipe de trabalho que está definida, com análise de desempenho, performance, contatos, você tem uma série de informações ricas. E eu disse: ‘Não tenho nenhuma sugestão de nome’. Não pergunte, e eu não quero. Nacional, não. Internacional, sim”, seguiu.

“Se vocês escolherem um dos três, vocês vão acertar, porque era unanimidade, os três maiores naquele momento. Todo mundo sabe: (Pep) Guardiola, (Jürgen) Klopp e (Carlo) Ancelotti“, revelou.

“Eu disse: ‘(Nome de técnico) nacional eu não falo’. Tem grandes profissionais, como acabou acontecendo. Mas segura, e depois deixa o profissional que vem aqui, e vocês analisem, deixem buscar informações, depois ele vai selecionar as pessoas, mas tenha a informação verdadeira dos fatos. Foi a única sugestão que eu coloquei em relação a isso”, assegurou.

“Depois, eu não estou dentro para saber como é que foi a sequência do Diniz, a sequência do Dorival Júnior, anteriormente nos três jogos que foi com o Ramon. Seria hipocrisia, leviandade fazer algum comentário a respeito”, complementou.

Tite, inclusive, revelou que conversou duas vezes com Carlo Ancelotti sobre o cargo de técnico da Seleção Brasileira: quando o italiano estava sendo especulado como possível novo treinador e depois da contratação.

“Nós fomos assistir a jogos do Real (Madrid). Eu fui assistir Championship, Premier League, Campeonato Italiano, Campeonato Espanhol. Porque tu não tens só que assistir jogo, tu tens que sentir o jogo. São duas situações. Fomos recebidos pelo Ancelotti, nós conversamos, ele foi super legal. Já havia alguma (especulação), pairava no ar a possibilidade. A gente conversou um pouquinho”, lembrou.

“Depois, veio o mais significativo, a gente conversou por telefone e estavam ele, o Rodrigo Caetano, o Taffarel, e nós ficamos conversando um certo tempo. O Bruno Baquete também (estava), ele tinha feito contato antes. Até no final a gente ficou assim: ‘Vamos comer uma massa’. Eu disse: ‘Se a gente esperar que o Taffarel pague essa massa, nós vamos esperar até…’. Moral da história: estamos esperando até hoje (risos). A gente conversou dentro daquilo que eles procuravam de informação”, finalizou.

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