Uma possível internalização de capital por exportadores, empresas ou mesmo por investidores estrangeiros pode ter ajudado a proteger o real, em dia em que houve um alívio no dólar “casado” (a diferença em pontos entre a cotação do dólar futuro mais líquido e o dólar “spot”), indicando influxo ao país.
Encerradas as negociações desta terça-feira, o dólar à vista fechou negociado em queda de 0,01%, a R$ 4,9817, depois de ter encostado na mínima de R$ 4,9722 e batido na máxima de R$ 5,0155. O euro comercial, por sua vez, recuou 0,11%, a R$ 5,8332. No fim do pregão, o real esteve entre as dez melhores moedas do dia, na relação das 33 moedas mais líquidas. Já o índice DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis outras divisas fortes, avançava 0,14%, aos 98,632 pontos.
