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Deputado Max Russi e a esposa, Andrea Wagner, prefeita de Jaciara
Mato Grosso vive um novo capítulo de prestígio no cenário gastronômico nacional e internacional, e o queijo regional, antes visto apenas como tradição de interior, agora ganha status de protagonista. No centro desse reconhecimento, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, foi homenageado pela tradicional Guilde Internationale des Fromagers, entidade francesa que reúne nomes de referência do setor em todo o mundo.
A honraria, cercada de simbolismo e prestígio, não veio por acaso. Ela acompanha um momento especialmente promissor para a produção mato-grossense, que acaba de conquistar 29 medalhas em uma importante competição nacional de queijos, incluindo quatro cobiçados títulos “Super Ouro”, feito que consolida o estado entre os novos destaques do segmento no país.
Nos bastidores, o reconhecimento internacional também lança luz sobre uma articulação que vem sendo construída com discrição, mas com resultados visíveis. Max Russi tem sido apontado como um dos nomes centrais na defesa da cadeia leiteira e no fortalecimento da agricultura familiar, setor que movimenta economias locais, fixa o produtor no campo e amplia o valor agregado da produção regional.
Mais do que uma homenagem protocolar, o gesto da tradicional confraria francesa sinaliza que Mato Grosso passou a ocupar um novo lugar no mapa da produção artesanal de excelência. O chamado “ouro branco”, por décadas associado apenas ao campo, hoje se reposiciona como ativo estratégico, com potencial econômico, identidade regional e vocação para alcançar mercados cada vez mais exigentes.
Entre medalhas, prestígio e articulação, o queijo mato-grossense deixa de ser apenas produto e se firma como símbolo de origem, qualidade e futuro.
