Tanto que Yuri Alberto e Gui Negão sequer tiveram seus nomes mencionados pelos narradores da peleja, já que não tocaram na bola nos 45 minutos iniciais.
O time da casa empilhou chances e, pelo que jogou, poderia ter feito muito mais do que os dois gols marcados por Zé Rafael e Barreal (este, num golaço de encher os olhos).
Logo no início da etapa final, o Timão ainda deu uma “mãozinha” ao adversário, com o infantil pênalti cometido por Breno Bidon em Zé Rafael, convertido com tranquilidade por Rollheiser.
Só então, aos 13 minutos, o Corinthians resolveu entrar no jogo e descontou com Raniele.
Mas, evidentemente, já era tarde demais.
O Santos, como era de se esperar, cansou após tanta entrega no primeiro tempo, mas ainda assim controlou bem o rival, que mandou a campo a “artilharia pesada” com Garro e Memphis.
